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Maré Alta — página inicial

Amizade que virou música

O projeto

Maré Alta é o primeiro álbum construído em parceria por Ane Êoketu e Fernanda Jacob. Produzido ao longo de dois anos, o trabalho transforma uma amizade de aproximadamente 15 anos em criação artística e reúne cinco faixas inéditas, lançadas nas plataformas digitais em 28 de agosto.

A origem da maré

O que começou há cerca de 15 anos, na cena musical e através do samba, ganha um novo capítulo com Maré Alta. Ane Êoketu, sergipana de São Sebastião, e Fernanda Jacob, brasiliense de Sobradinho, reúnem trajetórias diferentes, conectadas pela música e por uma amizade que ultrapassou os palcos.

Produzido ao longo de dois anos, o álbum percorre ritmos urbanos, sonoridades latino-americanas e referências africanas, sem abrir mão das raízes brasileiras. A confiança entre as artistas permitiu uma troca profunda de referências, experiências e maneiras de enxergar a música.

O álbum reúne Cumbia Negra, O Barbante, Eu Amo Você, Maré Alta e Voltar pra Lar. O título remete ao movimento entre influências, territórios e sentimentos; a escolha do lançamento na Lua Cheia evoca potência, plenitude e renovação.

Quando a água sobe, o corpo inventa outra forma de existir.
Ane Êoketu e Fernanda Jacob unem as mãos sob luz azul durante o entardecer.

O processo

O que começou há cerca de 15 anos, na cena musical e através do samba, ganha um novo capítulo com Maré Alta. Ane Êoketu, sergipana de São Sebastião, e Fernanda Jacob, brasiliense de Sobradinho, reúnem trajetórias diferentes, conectadas pela música e por uma amizade que ultrapassou os palcos.

Produzido ao longo de dois anos, o álbum percorre ritmos urbanos, sonoridades latino-americanas e referências africanas, sem abrir mão das raízes brasileiras. A confiança entre as artistas permitiu uma troca profunda de referências, experiências e maneiras de enxergar a música.

O álbum reúne Cumbia Negra, O Barbante, Eu Amo Você, Maré Alta e Voltar pra Lar. O título remete ao movimento entre influências, territórios e sentimentos; a escolha do lançamento na Lua Cheia evoca potência, plenitude e renovação.

Ane Êoketu e Fernanda Jacob dentro da água, em movimento diante da paisagem.

A gravação

O que começou há cerca de 15 anos, na cena musical e através do samba, ganha um novo capítulo com Maré Alta. Ane Êoketu, sergipana de São Sebastião, e Fernanda Jacob, brasiliense de Sobradinho, reúnem trajetórias diferentes, conectadas pela música e por uma amizade que ultrapassou os palcos.

Produzido ao longo de dois anos, o álbum percorre ritmos urbanos, sonoridades latino-americanas e referências africanas, sem abrir mão das raízes brasileiras. A confiança entre as artistas permitiu uma troca profunda de referências, experiências e maneiras de enxergar a música.

O álbum reúne Cumbia Negra, O Barbante, Eu Amo Você, Maré Alta e Voltar pra Lar. O título remete ao movimento entre influências, territórios e sentimentos; a escolha do lançamento na Lua Cheia evoca potência, plenitude e renovação.

Retrato abstrato em movimento, iluminado em vermelho e azul.

O disco

O que começou há cerca de 15 anos, na cena musical e através do samba, ganha um novo capítulo com Maré Alta. Ane Êoketu, sergipana de São Sebastião, e Fernanda Jacob, brasiliense de Sobradinho, reúnem trajetórias diferentes, conectadas pela música e por uma amizade que ultrapassou os palcos.

Produzido ao longo de dois anos, o álbum percorre ritmos urbanos, sonoridades latino-americanas e referências africanas, sem abrir mão das raízes brasileiras. A confiança entre as artistas permitiu uma troca profunda de referências, experiências e maneiras de enxergar a música.

O álbum reúne Cumbia Negra, O Barbante, Eu Amo Você, Maré Alta e Voltar pra Lar. O título remete ao movimento entre influências, territórios e sentimentos; a escolha do lançamento na Lua Cheia evoca potência, plenitude e renovação.

As duas artistas usam adornos diante do rosto sob luz azul e céu alaranjado.

Financiamento público

Créditos institucionais

Maré Alta é realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) e conta com acessibilidade através da audiodescrição e da Libras.